Opção do Teuto reúne dois princípios ativos em um único comprimido de dose diária, facilitando a rotina de pacientes que enfrentam dificuldades com múltiplas medicações
Tomar um comprimido pela manhã é fácil. O desafio começa quando é preciso lembrar de outro ao meio-dia e mais um antes de dormir — todos os dias, sem interrupção. Para milhões de brasileiros que convivem com a hipertensão arterial, essa equação tem sido um obstáculo difícil de superar.
Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), publicado em 2024 no International Journal of Cardiovascular Sciences, escancara a realidade: quase 60% dos hipertensos no país não tomam a medicação corretamente. O trabalho acende um alerta para um dos maiores desafios no controle das doenças crônicas: a adesão ao tratamento.
Mas por que um paciente diagnosticado deixa de seguir a orientação médica? De acordo com o estudo, o abandono raramente tem uma causa única. “É uma somatória de fatores. A hipertensão é, na maioria dos casos, uma doença silenciosa. A falta de sintomas traz a falsa sensação de que a pessoa não está doente”, explica Magali Tamas, farmacêutica e supervisora de treinamentos do Laboratório Teuto. “Além disso, o tratamento deve ser contínuo e prolongado, e muitas vezes envolve mais de um princípio ativo. A soma da ‘sensação de não estar doente’ com o gasto mensal com os medicamentos acaba levando ao abandono com o tempo”.
O impacto da “polifarmácia” no dia a dia
Outro fator crítico é a chamada “polifarmácia” — a necessidade de ingerir múltiplos comprimidos em horários distintos. Muitos hipertensos também tratam outras comorbidades, como diabetes e colesterol alto, acumulando dezenas de comprimidos ao longo da semana. Quanto maior o número de pílulas e horários, maior a chance de esquecimento e falhas no tratamento.
“Produtos de uso contínuo, que tratam doenças crônicas e silenciosas, exigem uma rotina de uso bem definida, onde o paciente associe o medicamento a algum momento do dia, como o café da manhã”, orienta Magali. “Ao associarmos ativos de ações complementares num mesmo comprimido, levamos praticidade ao paciente, evitamos o tratamento incompleto e favorecemos o controle adequado do problema”.
É nesse cenário que se insere a chegada ao mercado de novas opções terapêuticas que buscam simplificar a vida do paciente. Acaba de ser lançada a versão genérica da combinação Telmisartana + Hidroclorotiazida, disponibilizada pelo Laboratório Teuto. A proposta é unir em um único comprimido duas estratégias consagradas no controle da pressão.
Como age a combinação?
A associação reúne dois mecanismos complementares. A Telmisartana é um antagonista dos receptores de angiotensina II (BRA), que promove a vasodilatação ao bloquear os efeitos de uma substância que contrai os vasos sanguíneos. Já a Hidroclorotiazida é um diurético que aumenta a excreção de sódio e água pelos rins, reduzindo o volume de sangue nos vasos.
“Estudos clínicos demonstram que a combinação reduz a pressão arterial de maneira mais eficaz do que as substâncias isoladas, contribuindo para um controle pressórico sustentado ao longo do tempo”, afirma Larissa Santana, coordenadora de portfólio do laboratório. A terapia é indicada para pacientes que não atingiram a meta de pressão usando apenas um dos medicamentos isoladamente, sendo frequentemente recomendada para casos de hipertensão moderada a grave.
Disponível em três dosagens (40 mg +12,5 mg; 80 mg + 12,5 mg e 80 mg + 25 mg), a medicação tem como principal diferencial a posologia prática: deve ser tomada apenas uma vez ao dia. Outra vantagem é que, por não sofrer interferência dos alimentos, pode ser ingerida com ou sem a presença deles, oferecendo mais liberdade para se encaixar na rotina dos pacientes.
As diretrizes médicas respaldam a estratégia. A Sociedade Brasileira de Cardiologia, em suas diretrizes de 2020, e as orientações da Sociedade Europeia de Cardiologia (2018) recomendam a combinação de bloqueadores do receptor de angiotensina com diuréticos tiazídicos como uma abordagem eficaz para o controle pressórico, inclusive como terapia inicial em muitos casos.
Para o paciente, além da eficácia, o custo-benefício é um fator decisivo. “A redução do número de comprimidos por dia e o preço competitivo em relação à compra de terapias isoladas são diferenciais importantes”, acrescenta Larissa. Em um país onde quase 60% dos hipertensos falham na adesão, simplificar o tratamento pode ser tão crucial quanto o próprio remédio.
Sobre o Teuto
Com quase oito décadas de história no coração do Brasil e o mais completo parque farmacêutico da América Latina, o Teuto é referência nacional e internacional em soluções completas de saúde. Reconhecida pela excelência em pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de medicamentos, a empresa valoriza a responsabilidade socioambiental e mantém seu compromisso com fornecedores, colaboradores, parceiros e sociedade.
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