Especialista explica por que processos, pessoas e compromisso com a qualidade são tão essenciais quanto a tecnologia
Não é apenas alta tecnologia que garante que um medicamento chegue de forma segura ao paciente. Por trás de cada produto aprovado, existe um sistema complexo onde a cultura organizacional e o compromisso humano são tão essenciais quanto os equipamentos mais modernos.
No setor farmacêutico, essencial para a saúde pública, a integração entre pessoas, processos e sistemas bem estruturados é o que protege a população contra riscos. Para Renata Teixeira, coordenadora da Garantia da Qualidade no Laboratório Teuto, a tecnologia é apenas parte da resposta. “A qualidade de um medicamento não depende apenas da tecnologia empregada, mas de um conjunto integrado que envolve boas práticas de fabricação, treinamento contínuo dos colaboradores e o cumprimento rigoroso das normas regulatórias”, explica. Ou seja, de nada adianta ter aparelhos de última geração se a equipe não está capacitada para operá-los ou se os protocolos são negligenciados.
Segundo ela, a área de Garantia da Qualidade atua por meio de validações, qualificações e monitoramentos contínuos. A equipe busca reduzir a variabilidade e evitar desvios antes que comprometam o produto final. “Realizamos auditorias internas, revisamos documentos e investigamos qualquer irregularidade, implementando ações corretivas e preventivas para que as falhas não impactem o paciente”, detalha Renata.
Entre os maiores riscos à produção estão a contaminação microbiológica, os erros de formulação, falhas no armazenamento, variações na matéria-prima e falhas humanas durante a fabricação. Sem um controle rigoroso, o resultado pode ser um produto ineficaz ou até perigoso. Para mitigar isso, a inovação tem sido uma aliada indispensável.
A aplicação de conceitos como Quality by Design (QbD) permite que a qualidade seja planejada desde a concepção do medicamento, em vez de apenas testada ao final do processo. “Novas tecnologias analíticas, automação e sistemas digitais aumentam a precisão e a rastreabilidade, tornando tudo mais confiável e transparente”, complementa a coordenadora.
Mas como o cidadão comum pode confiar que o remédio que ele tomou passou por todos esses crivos? Renata Teixeira garante que todo medicamento aprovado é submetido a testes físicos, químicos e microbiológicos, além de avaliações clínicas e do aval de órgãos reguladores como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Cada lote é analisado e só é liberado após a confirmação de que atende a todos os requisitos de segurança e eficácia”, afirma.
Renata reforça que a garantia da qualidade, em grandes indústrias como a Teuto, é resultado de um compromisso que vai muito além dos maquinários, envolve responsabilidade, controle rigoroso e, acima de tudo, uma cultura interna voltada à proteção da vida.
Sobre o Teuto
Com quase oito décadas de história no coração do Brasil e o mais completo parque farmacêutico da América Latina, o Teuto é referência nacional e internacional em soluções completas de saúde. Reconhecida pela excelência em pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de medicamentos, a empresa valoriza a responsabilidade socioambiental e mantém seu compromisso com fornecedores, colaboradores, parceiros e sociedade.
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